Chloe apaixonada pela música e por novos projectos

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Em entrevista ao Grupo Chiado, Chloe abre o coração e fala dos seus sonhos e paixões

Grupo Chiado – Quando surgiu a música na tua vida? 
Chloe – A música surgiu na minha vida por volta dos meus 11/12 anos, quando fui estudar música e canto numa tuna musical. Pouco tempo depois, estava a participar em saraus escolares. 


GC – Embora ainda muito curta, a tua carreira começou com outro nome artístico. Porquê a mudança? 
C – Comecei por usar o meu nome mas com o passar do tempo eu e a minha equipa achámos que deveria encontrar um nome artístico mais curto e mais catchy daí ter mudado de nome nesta nova fase musical. Ao início foi um pouco estranho mas agora devido à mudança no meu registo e ao sentir que me encontrei num registo diferente musicalmente, fez todo o sentido.


GC – Já como Chloe, lançaste os temas “Fake” e o mais recente “Não és tu”. Como achas que tem sido a recetividade do público? 
C – Tem sido bastante positiva, quem me conhece está a acompanhar a minha evolução e a gostar mais dos meus novos temas. Este percurso não tem fim, com cada música e cada equipa de trabalho aprendemos algo e eu estou muito feliz pelo rumo que a minha música está a levar. 

 “A Chloe é uma jovem artista, apaixonada pelas artes de espetáculo, sonhadora e persistente que está aqui para partilhar música e projetos que constrói com muito amor. Não sozinha, mas com uma equipa maravilhosa de artistas. A Chloe adora construir espetáculos, cantar, dançar e representar e tem sempre energia para todos os projetos”.


GC – Este é o ano. Não sendo este o início imaginado por todos nós, tendo em conta a nova realidade que vivemos, como perspetivas os próximos meses? 
C – Neste momento não consigo prever nada, a cultura infelizmente ficou em “standby”. Estamos todos tristes com o que está a acontecer mas estou a tentar criar temas e nos próximos meses vamos continuar com alguns lançamentos. 


GC – Como artista como te caracterizas? 
C – Sou persistente e criativa. Sou muito visual, quando acabo um tema já estou a imaginar a live, sou extrovertida e emotiva. 


GC – Quais são os teus objetivos? 
C – Quero trabalhar exclusivamente da música, ter uma tour, atuar em palcos mundiais, ter um featuring com a Rihanna, ganhar um grammy….Podia escrever uma lista enorme, os meus sonhos não acabam. 


GC – E como pessoa (em casa, com os teus familiares e amigos) como é que te vês? 
C – Eu como pessoa sou muito idêntica à Chloe, talvez mais introvertida, em casa fico muito a viver no meu espaço mental. 

GC – Antes da pandemia, como era o teu dia-a-dia? Quantas horas e dias ensaiavas? 
C – Ensaiava todos os fins-de-semana, desde dança a ir para estúdio, os sábados e domingos eram momentos de criação e exercício. 


GC – Como passou a ser a tua rotina durante a pandemia? Aproveitaste para escreveres temas originais?  
C – Os ensaios pararam por completo, por isso os meus fins-de-semana tornaram-se mais vazios. Mas, continuei a criar novos temas.


GC – Como é que funciona o teu processo criativo? 
C – Começo por ouvir beats, escolho alguns que me despertam algo e ultimamente, vou para o microfone fazer melodias e selecionar as melhores para posteriormente escrever mas, antes desta pandemia eu ia para estúdio com mais artistas e criativos e cada um dava o seu input até criarmos uma ideia. Depois de ter uma ideia, tentamos melhorar a letra e gravar. 


GC – O que pretendes transmitir com as tuas canções? 
C – Eu em todos os meus temas até hoje, falo de algo que vivi ou que senti e que é comum a todos nós. Quero que as pessoas se sintam conectadas com a minha música e que se relacionem, que sintam que quando estão a passar por alguma situação, entendam que isso é comum e que estamos nesta viagem juntos.  


GC – Em quem mais te inspiras? 
C – As minhas maiores inspirações são os meus cantores favoritos, Rihanna, Ariana Grande, Beyoncé, Summer Walker,etc. Eu ouço muita música, por isso, a minha lista de inspirações é vasta. 


GC – Como vai ser o regressar ao estúdio? Já tens data prevista? 
C – Estou ansiosa para rever o que tenho feito em casa, ainda não tenho data prevista porque agora vêm mais alguns lançamentos mas, será em breve. 


GC – Que mais consideras dizer/partilhar com o teu público nesta altura?
C – Para terem fé! Esta fase está a ser longa, queremos todos voltar à vida normal, queremos ir ver espetáculos, queremos criar e voltar ao nosso ritmo, mas tenhamos cuidados agora e fé, que dias melhores virão. Estamos juntos nesta caminhada e vamos vencer! 

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