Luis Represas, 43 anos de carreira, apresenta o seu novo trabalho, ‘Boa Hora’

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Ontem no Coliseu de Lisboa, Luis Represas celebrou 43 anos de carreira. E não poderia ter havido melhor escolha que celebrar numa sala emblemática e num abiente intimista. Intimista e nostálgico, que nos trouxe à memória quando naquele espaço evoluiam exclusivamente companhias de circo e que entrar no Coliseu era sentirmo-nos importantes.

Cá fora o público, com o aproximar da hora, formava filas enormes na ânsia de poder ouvir e ‘abraçar’ um dos maiores nomes da música portuguesa. Muito glamour e algumas personalidades da vida política, cultural e social não faltaram ao evento.

Como é hábito nos espectáculos musicais, começam sempre uns minutos atrasados para que todos estejam nos seus lugares quando o artista subir ao palco. E assim foi, com Luis Represas em cena surgiram os aplausos para logo em seguida o silêncio ao fazerem-se ouvir os primeiros acordes e a voz deste ‘grande senhor’ da múscia portuguesa.

Mas o que nos faz sentir profissionalmente realizados, não é só o gosto por aquilo que fazemos, mas sabermos que a quem nos dirigimos nos valoriza e acarinha. E neste leque de pessoas estão os amigos, que nos ajudam a crescer, a aprender e obrigam a superar-nos todos os dias. E o ex-Trovante, trouxe amigos como forma de gratidão e para valorizar ainda mais um espétaculo marcante e que irá perdurar na memória das muitas pessoas que encheram o Coliseu.

Acompanhado por Jorge Palma, Ivan Lins, Paulo Gonzo, Mia Rose e Manuel Faria, Lui Represas cantou, brincou, dialogou com o público, num clima quase informal, que aproximou o público do artista e do ambiente em palco.

Na apresentação do seu mais recente álbum ‘Boa Hora’ no Coliseu, o ex-Trovante para além de recordar grandes sucessos e duetos, acrescentou novos temas que fazem parte do seu mais recente albúm onde conta com participações especiais de: Ivan Lins, Carlos do Carmo, Jorge Palma, Paulo Gonzo, Stewart Sukuma e Mia Rose, assim como interpretou temas consagrados e intemporais como: “Feiticeira”, “Perdidamente”, Da Próxima Vez, “Timor” ou “125 Azul”, entre muitos outros sucessos.

Para delírio dos fans, Luis Represas terminou o memorável concerto cantando no meio do público, um brinde inesperado mas com certeza marcante para todos os que se deslocaram aquela emblemática sala.

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