Diogo Zambujo anuncia concertos

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Depois de lançar Vir a Ser, o seu álbum de estreia, Diogo Zambujo prepara-se para apresentar as suas canções ao vivo, com seis concertos agendados até ao final do ano. A digressão passa pela Guarda, Miranda do Corvo, Beja, Felgueiras, Tavira e Vale de Cambra, levando a diferentes regiões do país um trabalho que assinala uma nova etapa no percurso do cantautor.

As primeiras datas estão marcadas para 30 de outubro, no Teatro Municipal da Guarda, e 31 de outubro, na Casa das Artes de Miranda do Corvo. Em novembro, Diogo Zambujo atua a 7 no Pax Julia Teatro Municipal, em Beja, e a 14 no Teatro Fonseca Moreira, em Felgueiras. A digressão prossegue a 20 de novembro, no Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira, e termina a 5 de dezembro, no CAE de Vale de Cambra.

Para 2027, Diogo Zambujo já tem concertos marcados em Vila Real (5 de fevereiro), Ílhavo (20 de fevereiro) e Lisboa, naquele que será o concerto oficial de apresentação do álbum de estreia, no Maria Matos, a 3 de março.

O lançamento de Vir a Ser tem sido acompanhado por uma ampla presença de Diogo Zambujo nos meios de comunicação social. Nas últimas semanas, o cantautor passou pelo Público, Correio da Manhã, Ensaio Magazine, Diário de Notícias e Revista Lux, bem como pelos programas Curto Circuito, da SIC Radical, e Língua Mãe, da CMTV. Foi também entrevistado por Vanessa Oliveira e José Carlos Malato no Fora da Série, da RTP, no Cartaz, da SIC, além de ter participado no programa As Três da Manhã, da Renascença.

Entre os destaques da cobertura editorial está o artigo do Público, que refere que “Diogo Zambujo promete ‘Vir a Ser’ aquilo que já vem sendo: um autor de canções”, enquanto o Diário de Notícias escreve que “Diogo Zambujo navega por águas próprias no primeiro álbum”.

Com onze canções inteiramente escritas e compostas por Diogo Zambujo, Vir a Ser aborda o amor, a perda, a procura e a mudança. O álbum reúne temas já conhecidos, como “O Mundo Sou Eu”, “Amor Sem Nome”, “Pisa a Poça”, com Tainá, e “Contramão”, e inclui ainda “Ferida Sarada”, escolhido como single do disco.

Musicalmente, o trabalho cruza canções de matriz portuguesa com referências da música brasileira, apontamentos de jazz e momentos de maior proximidade ao rock. A produção esteve a cargo de André Santos, com Bernardo Barata responsável por grande parte da gravação, mistura e masterização. O álbum conta também com a participação de músicos como Joel Silva, João Moreira, Valter Freitas e Tainá.

Mais do que reunir canções independentes, Vir a Ser constrói um percurso em torno da transformação e da descoberta pessoal. Em palco, Diogo Zambujo terá oportunidade de apresentar este universo musical ao público, dando continuidade a uma estreia discográfica que tem vindo a conquistar espaço na imprensa e a afirmar a sua identidade enquanto compositor e intérprete.

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