ProfJam, no Coliseu, em 2027

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Sete pedras na mão, forjadas ao longo dos anos sob a pressão de uma das mais afiadas canetas do seu universo artístico.

São sete capítulos que ordenam a história em acto contínuo de ProfJam, base fundamental para o que será o seu regresso ao Coliseu dos Recreios em nome próprio. Mas nem só de legado se antevê essa noite de 28 de Janeiro: o arranque do ano que vem ficará marcado por uma celebração inédita e inigualável de um percurso alheio às leis do tempo de quem seguiu sempre as suas próprias regras ao longo desta jornada.

Não haverá, por isso, um só trabalho a conduzir a noite. Antes, um alinhamento irrepetível que permitir-se-á a atravessar esse tempo moldável e dobradiço: dos primeiros lançamentos que deram a conhecer um novo e valioso nome, aos grandes temas que hoje enchem as maiores salas; das canções que a sua mais fiel legião não deixa esquecer, às que esses palcos maiores não ouvem há demasiado tempo — até às que ainda ninguém ouviu.

ProfJam não volta ao Coliseu dos Recreios — palco onde já havia actuado numa data única e especial de celebração da sua emblemática Mixtakes — para fazer contas ao que ficou para trás. O seu regresso assinala, por sua vez, um cruzamento de eras, gerações e mundos. E nessa missão a solo, não estará sozinho. Juntar-se-ão companheiros que atravessaram com ele diferentes mundos e eras, reunidos nessa hora para a grandeza da ocasião.

Editado em Maio deste ano, LSD (Love Songs Die) terá por isso o devido espaço entre as dezasseis canções que devolveram Mário Cotrim à palavra romanceada, num tempo que teima em decretar-lhe o fim. Mas a última erguida é apenas uma das pedras que aqui se unem em torno de uma só luva: ao lado dela estarão The Big Banger Theory, Mixtakes, #FFFFFF, SYSTEM, MDID e LONDON LP, cada uma lapidada no seu próprio tempo — e todas elas, por uma noite, fora dele.

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