Adéla lança agora o seu álbum de estreia, PRIMA

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ADÉLA lança agora o seu álbum de estreia, PRIMA. Com produção executiva partilhada por Blake Slatkin e Dylan Brady, PRIMA é o retrato sonoro de uma jovem mulher que assume o seu poder, avançando a toda a velocidade em direção ao sonho de toda uma vida de se tornar uma estrela pop e documentando cada passo desse percurso através da música.

PRIMA chega acompanhado de um novo videoclipe para o tema “Nicole Kidman”. Realizado por Hannah Lux Davis, o videoclipe está repleto de referências a alguns dos papéis mais icónicos da atriz vencedora de um Óscar, em filmes como Eyes Wide ShutMoulin RougeBirth e Babygirl, bem como ao seu anúncio para a AMC Theatres.

Sobre a inspiração para a canção, Adéla recorda, em declarações à W Magazine: “De alguma forma, fui convidada para um evento dos Globos de Ouro. Nunca entrei num filme, mas arranjei-me toda, vesti um vestido, fiz o cabelo e fiquei mesmo muito bem. O meu cabelo estava super volumoso e o espartilho estava tão apertado que pensei: ‘Sinto-me mesmo a Nicole Kidman neste momento’. Entretanto, vi o ‘Eyes Wide Shut’ e fiquei obcecada por ela. Para mim, ela é a verdadeira estrela de cinema.”

Enquanto o seu EP de estreia apresentava ADÉLA a derrubar as portas da indústria com êxitos de pop industrial que faziam tremer as paredes, PRIMA oferece um retrato tridimensional da sua expressão artística. “Quero que este álbum soe exatamente como uma rapariga de 22 anos”, afirma.

“Está a acontecer uma série de coisas na minha vida — o que faz parte da natureza de ser uma jovem mulher. Na minha idade, ouves ‘Ela é mesmo profunda’ ou ‘Ela é engraçada e não leva nada a sério’. Tentei expressar os dois lados. Misturei o duro com o suave, a vulnerabilidade com todo o swag, e batidas musculadas com energia feminina. Fiz exatamente aquilo que queria.”

Em PRIMA, a princesa da pop demonstra a sua capacidade de se distinguir, ao mesmo tempo que presta homenagem aos artistas que primeiro lhe deram a conhecer o mundo da pop no seu álbum de estreia.

Em “I’m The Man”, produzido por Cashmere Cat, utiliza uma introdução que evoca uma produção da primeira fase de Ariana Grande, mas deixa que seja a sua escrita a assumir o protagonismo, desconstruindo os tradicionais papéis de género e virando-os do avesso, ao reformular as relações através da sua escrita e de uma perspetiva absolutamente singular. “Quanto mais sucesso tenho, mais difícil se torna encontrar um homem que se sinta confortável com o meu sucesso.”

E acrescenta: “É preciso um homem confiante e emocionalmente equilibrado para deixar que a mulher seja a chefe.” Mais tarde, evoca o sussurro confiante que marcou a discografia de Britney Spears para quebrar a quarta parede em “Fantasize”, uma afirmação de positividade sexual enquanto traça o caminho em direção à satisfação sexual.

Embora nunca se coíba de assumir o controlo, ADÉLA deixa também espaço para momentos de ternura no seu álbum de estreia, como no single já conhecido “Red Bottoms” e no tema do álbum “Hitachi”. A artista aprofunda ainda mais essa dimensão em “Therapy”, uma canção que se assemelha a um nervo exposto.

Escrita e gravada enquanto estava extremamente doente, conciliando uma exigente agenda de digressões, sessões de gravação e muitos outros compromissos, ADÉLA utiliza uma versão fortemente processada com autotune da sua voz, sobre teclas esparsas, para reflexões em forma de diário, dirigindo a sua escrita aos executivos da indústria e, no instante seguinte, refletindo na perfeição a ligação única entre duas irmãs, uma mais velha e outra mais nova, separadas por mais de 9,6 mil quilómetros.

No início do mês passado, a princesa da pop conseguiu a sua primeira entrada na tabela Billboard Hot 100 com “Ain’t In LA”, um tema empoderador inspirado na era Bangerz, que demonstra solidariedade com as centenas de milhões de pessoas que sentem que os seus sonhos estão fora do alcance devido ao lugar de onde vêm.

O single continuou a subir nos tops, passando da sua entrada inicial no n.º 85 para o n.º 61 em apenas alguns dias. A inspiração surgiu depois de uma visita à sua cidade natal, Bratislava, onde encontrou fotografias da mãe aos 18 anos, posando em frente a uma parede coberta de imagens da cultura pop.

“O meu avô trouxe os posters de forma clandestina da Alemanha”, partilha. “Fez-me pensar: ‘Há tantas raparigas bonitas, com sonhos, que nunca terão o reconhecimento que a minha mãe merecia’. Escrevi isto para ela e para as outras mil milhões de bitches que são provavelmente mais fixes do que eu.”

Enraizada num som característico de pumps e piruetas, teclas encharcadas de suor e letras tão íntimas como uma mensagem enviada às 3 da manhã, a sua música mantém-se ancorada na convicção, assumidamente sem desculpas, de que chegará ao topo. PRIMA significa ‘primeira’, o que é perfeito, uma vez que este é o meu álbum de estreia. Ser uma ‘prima ballerina’ significa seres a melhor ou a bailarina principal de uma companhia. É um termo carinhoso utilizado na comunidade da dança. Estou a tentar ser a ‘prima ballerina’ da pop, e este é o meu primeiro passo para o conseguir.”

Em breve, ADÉLA dará início à sua primeira digressão como cabeça de cartaz, que esgotou em poucos minutos, levando o seu álbum de estreia e os temas de sucesso do seu EP de estreia por toda a América do Norte, com concertos em Detroit, Toronto, Nova Iorque, Nashville, Atlanta, Seattle, Los Angeles e México. Mais tarde, será altura de se concentrar na sua digressão europeia e britânica de 2027, também já esgotada, com concertos em Dublin, Londres, Berlim, Praga, Oslo e Varsóvia.

Há pouco menos de um ano, ADÉLA lançou o seu EP de estreia, The Provocateur, uma história dramatizada sobre uma jovem mulher disposta a fazer o que for necessário para concretizar os seus sonhos.

Desde então, conquistou elogios de meios como Vogue, Interview Magazine, The FADER, Harper’s Bazaar, NYLON, Rolling Stone, Cosmopolitan, i-D e PAPER Magazine, publicação que declarou que a sua “fama não é nenhuma surpresa”. Com este reconhecimento, ADÉLA esgotou rapidamente as suas primeiras atuações a solo em Londres, Nova Iorque e Los Angeles e, mais tarde, foi convidada para abrir os concertos da digressão norte-americana de Demi Lovato, onde apresentou pela primeira vez algumas das canções do seu álbum de estreia.

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