Aline Frazão apresenta o novo álbum “Uma Música Angolana”

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Aline Frazão regressa em 2022 com “Uma Música Angolana”, o novo ábum de originais que será lançado no dia 4 de Março. O Auditório de Espinho | Academia e o Teatro Maria Matos, em Lisboa, respetivamente a 26 de Março e 20 de Abril, serão os primeiros a receber o espetáculo de apresentação ao vivo deste novo trabalho da artista angolana. Os bilhetes já se encontram à venda (consultar informação completa de bilheteira no final).

Aline Frazão dedica o primeiro single “Luísa”, hoje disponível em todas as plataformas digitais e com videoclipe no seu canal oficial, “às Luísas, Marias e Cecílias, Fernandas, Susanas e Luejis, Gingas, Lúcias e Lucindas deste mundo, aquelas que não se escondem mais, aquelas que não desistem mais, aquelas que não deixarão de usar a sua voz, “essa voz que utilizas para inventar”.

“Luísa” é uma canção sobre liberdade. A liberdade de ser, de criar, de pensar, de falar, de cantar e de gritar pela possibilidade de existir sem limites e de forma plena, sem cedências.

Um tema que nos remete para o universo de Aline, que na sua voz doce e serena transporta canções que podem (e vão) mudar o mundo. Mensagens poderosas de alguém que sonha um futuro melhor para quem a rodeia, abraçadas por sonoridades que recuperam as suas raízes culturais.

“Luísa” é uma amostra do que podemos esperar de “Uma Música Angolana”. O disco materializa o regresso ao som colectivo de banda. Este é um trabalho cheio de vitalidade, semeando uma pequena festa dentro de si.

“Uma Música Angolana” navega entre vários ritmos de matriz africana, como a Massemba e o Kilapanga de Angola, o Batuku de Cabo Verde, o Soukous do Congo, o Afoxé e o Maracatu do Brasil – desconstruídos, reinventados, reivindicando-se aqui não só a origem comum a todos eles mas também imaginando uma sonoridade nova de fronteiras perdidas, que se consolida sobre uma espécie de pátria imaginária feita de memórias rítmicas partilhadas, de lutas actuais e de celebrações necessárias e urgentes.

O disco conta com a participação do artista angolano Nástio Mosquito, do cantor brasileiro Vítor Santana e da violoncelista alemã Suzanne Paul. Brisa Marques assina uma letra para melodia composta por João Pires, e o fadista Ricardo Ribeiro compôs uma canção inédita para poema de Pedro Homem de Melo. Recupera ainda uma canção de Paulo Flores, com novo arranjo.

A produção ficou a cargo de Aline Frazão, que acompanhou o processo a cada momento, criando um álbum revelador da sua genialidade e singularidade.

Aline Frazão (Luanda, 1988) é uma das vozes mais relevantes e internacionais da nova geração de artistas de Angola. É cantora, autora, compositora e produtora musical, contando com quatro álbuns editados: Clave Bantu (2011), Movimento (2013), Insular (2015) e Dentro da Chuva (2018). É a autora da banda sonora original do aclamado filme angolano “Ar Condicionado” (2020). Está atualmente em digressão internacional com a Companhia Delbono com o espectáculo teatral “Amore”, do italiano Pippo Delbono. Além do seu já extenso trabalho na música, escreve crónicas, ensaios e contos. Pertence à associação angolana Ondjango Feminista. 

INFORMAÇÃO DE BILHETEIRA

Obrigatório o uso de máscara e a apresentação, à entrada, do Certificado Digital Covid-19 da União Europeia (vacinação completa, recuperação ou testagem)

26 de Março | Auditório de Espinho – Academia | Espinho

Hora: 21h30
Preço dos bilhetes: 10€

(desconto para portadores do Cartão Amigo)

Locais de venda: Bilheteira e Site da sala


20 de Abril | Teatro Maria Matos | Lisboa

Hora: 21h00
Preço dos bilhetes: 12,5€

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