A nova boyband britânica December 10 acaba de lançar o seu segundo single, “Angel”.
O lançamento surge logo após o anúncio de um concerto em nome próprio no O2 Shepherd’s Bush, marcado para quarta-feira, 8 de abril, e depois de a banda ter realizado 13 concertos completamente esgotados no Reino Unido e na Irlanda. A recente série de atuações “Introducing!” arrancou em Glasgow a 16 de fevereiro e terminou em Dublin a 22 de fevereiro, reunindo mais de 7500 fãs. Foram acrescentadas datas extra por duas vezes devido à procura, com todos os concertos a esgotarem em poucos minutos.
Menos de três meses após a sua revelação na série da Netflix Simon Cowell: The Next Act, e já com contrato assinado, os December 10 estão a avançar a um ritmo imparável. A banda já soma milhões de seguidores nas redes sociais, mais de meio milhão de ouvintes mensais no Spotify e alcançou o n.º 1 nas tabelas Official Physical Singles e Official Vinyl Singles com o single de estreia “Run My Way”. Entretanto, o vídeo oficial de “Run My Way” e a sua versão acústica de “Bye, Bye, Bye”, dos NSYNC, ultrapassaram respetivamente 2,4 milhões e 1,9 milhões de visualizações orgânicas no YouTube.
Escrita e produzida pelos produtores de êxitos Julian Bunetta (Sabrina Carpenter, Teddy Swims) e Savan Kotecha (Ariana Grande, The Weeknd), “Angel” sucede-se ao irreverente single de estreia “Run My Way”, que já acumulou milhões de streams até à data (incluindo mais de 2 milhões apenas no Spotify).
Uma balada romântica e apaixonada, “Angel” é calorosa, íntima e guiada pela melodia, captando a vertigem de nos apaixonarmos intensamente.
“Estamos muito entusiasmados por lançar o nosso segundo single. Durante a digressão foi incrível ver toda a gente a cantar connosco algo que apenas tínhamos mostrado online! Foi totalmente surreal.” – December 10
O vídeo de atuação acústica que acompanha “Angel”, e mostra a banda numa versão mais crua, trocando o espetáculo por uma intimidade marcada. Realizado por Laurence Warder (Bring Me The Horizon, J Hus, Kasabian, Zara Larsson) e produzido por Vicky Kanji-Smith para a Bad Bones Films, a sessão intimista capta John nas teclas, Seán e Hendrik na guitarra e Josh no cajón, enquanto o grupo recria a música como uma confissão delicada. Com uma dinâmica suave e um arranjo muito próximo entre os músicos, a interpretação reduz “Angel” à sua essência emocional, permitindo que cada verso e cada nota prolongada se faça sentir com intensidade contida.