O Festival O Sol da Caparica regressa amanhã, 13 de agosto, ao Parque Urbano da Costa da Caparica para quatro dias de música, dança e celebração da cultura lusófona.
Até domingo, 16 de agosto, o maior festival dedicado à música lusófona apresenta mais de 50 momentos de programação distribuídos pelos palcos Via Verde, Sagres e Jazzy.
Com o cartaz mais transversal da sua história, a 11.ª edição reúne artistas de Portugal, do Brasil e de diferentes territórios da lusofonia, cruzando fado, pop, hip hop, sertanejo, funk brasileiro, afro-house, eletrónica e música popular portuguesa. Uma programação pensada para diferentes gerações e para um público que inclui famílias, grupos de amigos e visitantes que escolhem a Costa da Caparica como destino de verão.
O recinto, apresentado esta terça-feira à imprensa, mantém a configuração da edição anterior e volta a receber o público diariamente a partir das 16h00, com programação até às 01h30.
Um cartaz que atravessa géneros e gerações
No Palco Via Verde, o primeiro dia, 13 de agosto, começa com Landrick (18h00) e segue com Papillon (19h30) e Sara Correia (21h00), antes da estreia de Maiara & Maraisa (22h30) no festival. A noite termina em festa com Orochi (00h00).
A 14 de agosto, Rich & Mendes (18h00) abrem o palco principal, seguindo-se João Pedro Pais (19h15), Calema (20h45), Mizzy Miles (22h45) e Veigh (00h30). No dia 15, o alinhamento junta Vizinhos (18h00), Mundo Segundo & Sam The Kid (19h15), Nininho Vaz Maia (20h45), Kevinho (22h30) e Deejay Telio (00h15).
No domingo, 16 de agosto, Quim Barreiros (18h00) abre a programação do Palco Via Verde, que conta ainda com ÁTOA (19h30), MC Paiva (21h00), Slow J (22h30) e Lon3r Johny (00h30).
O Palco Sagres volta a assumir-se como espaço dedicado aos ritmos que dominam as pistas de dança e o panorama da música urbana, do afro-house e da eletrónica. Sertabeijo, Deejay Rifox, Kiko is Hot, DJ Diego Gonzalez, Más Influências, American House Party, Dr. Love e Zanova estão entre os nomes que passam por este palco.
A dança também ocupa um lugar central no recinto através do Palco Jazzy, com quatro momentos de programação por dia, distribuídos entre o final da tarde e a meia-noite.
Da praia para os palcos
A proximidade ao mar continua a ser um dos elementos que distingue O Festival O Sol da Caparica no calendário nacional. Para quem escolhe o passe geral, a experiência pode começar bem antes da primeira atuação: aproveitar a praia durante o dia e, ao final da tarde, seguir para o Parque Urbano para assistir aos concertos.
A localização privilegiada permite viver quatro dias num ritmo descontraído, entre música, gastronomia, dança e momentos de convívio. O ambiente familiar e a diversidade do cartaz fazem do festival uma proposta de verão pensada para diferentes idades, gostos musicais e formas de viver a Costa da Caparica.
O Sol da Caparica adota medidas para reduzir o consumo de água potável
Atenta à importância de uma utilização responsável dos recursos hídricos, a organização do Festival O Sol da Caparica integrou na operação do evento um conjunto de medidas destinadas a reduzir o consumo de água potável da rede pública, salvaguardando simultaneamente as condições de hidratação, higiene e segurança no recinto.
Entre as medidas adotadas está o transporte de água não potável para o enchimento dos lastros das estruturas, evitando a utilização da rede pública de Almada para este fim. O recinto contará também com um maior número de sanitários químicos e com menos instalações sanitárias ligadas à rede, cujos autoclismos utilizarão água não potável e garrafas de areia que resultarão numa poupança de cerca de um litro e meio por descarga. Serão ainda instalados redutores de caudal em diferentes pontos.
O número de pontos de distribuição gratuita de água será ajustado e a sua utilização acompanhada, de forma a minimizar desperdícios, mantendo-se assegurado o acesso do público a água potável. A louça utilizada nos espaços destinados às refeições das equipas e dos artistas será lavada fora do concelho de Almada.
As unidades de street food presentes no recinto dedicam-se maioritariamente à finalização e ao serviço de refeições, mantendo apenas o acesso à água estritamente necessária para o cumprimento das normas de higiene e segurança alimentar.
A organização irá também sensibilizar o público para uma utilização responsável deste recurso, dentro e fora do recinto. Com a implementação destas medidas, estima-se evitar o consumo de mais de 100 mil litros de água potável da rede pública ao longo dos quatro dias do festival.
Mobilidade: como chegar e regressar do festival
Para facilitar as deslocações até à Costa da Caparica, a organização recomenda a utilização de transportes públicos e o planeamento antecipado da viagem.
O recinto é servido por várias linhas da Carris Metropolitana, com ligações a Lisboa, Cacilhas, Corroios, Pragal, Monte de Caparica e outras localidades da Margem Sul. Entre 13 e 16 de agosto, as linhas 3011, 3519 e 3520 contarão com reforços em horários específicos, incluindo ligações para o regresso durante a madrugada. A linha 3708, com destino ao Cais do Sodré, terá partidas da Costa da Caparica até às 05h15.
A oferta é complementada pelas ligações da MTS – Metro Transportes do Sul, da Transtejo Soflusa e da Fertagus. A informação completa sobre linhas, paragens, reforços e horários das últimas partidas pode ser consultada em festivalosoldacaparica.pt.
TVDE
A tomada e largada de passageiros por serviços de TVDE será realizada na Alameda Afonso de Albuquerque, junto ao Pavilhão Municipal da Costa da Caparica.
Entre 13 e 16 de agosto, não será permitida a paragem de veículos TVDE junto à entrada “Terra” do festival. O público deverá utilizar exclusivamente a zona identificada para este efeito na planta de mobilidade.
Estacionamento e ligação por transporte público
Para quem optar por fazer parte do percurso em automóvel, a Telpark disponibiliza diferentes soluções de estacionamento:
- Para quem chega do Norte, o Telpark Sete Rios dispõe de reservas desde 9 euros por 24 horas, permitindo completar a viagem de transporte público;
- Para quem chega da Margem Sul, estão disponíveis os parques Telpark Hospital Garcia de Orta e Telpark Cacilhas, com reservas no Hospital Garcia de Orta desde 4,95 euros por 24 horas;
- Para quem está em Lisboa, o Telpark Mercado da Ribeira dispõe de reservas desde 23,95 euros por 24 horas, permitindo seguir através da ligação fluvial e de autocarro.
Os bilhetes continuam disponíveis no site oficial do festival e nos pontos de venda habituais, encontrando-se já no terceiro lote. O bilhete diário tem o preço de 34 euros, o passe de dois dias custa 56 euros e o passe geral já se encontra esgotado.
Mais informações em festivalosoldacaparica.pt.