Festival ‘Há Fado no Cais’ levou Diana Vilarinho ao CCB

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Integrado no Festival ‘Há Fado no Cais’, com o patrocínio da EGEAC, Museu do Fado e CCB, Diana Vilarinho, umas das vozes revelação do fado, actuou hoje no Centro Cultural de Belém.

O pequeno auditório, com metade dos lugares reservados ao público, devido ás normas de distanciamento impostas pela DGS, encheram para ouvir e aplaudir a fadista.

Com voz forte, segura e melodiosa, Diana arrancou apalusos do público presente, entre cada música.

Agradecendo ao público, à produção, ao CCB e ao Museu do Fado, o terem tornado possível o evento, Diana incentivou os presentes a também, se tiverem oportunidade, a acompanhar outros artistas nesta fase dificl que os eventos culturais atravessam.

Durante mais de uma hora, fez-se silêncio porque se cantou o fado no pequeno auditório do CCB.

Alinhamento: “Quando a dor bateu à porta” – Complicadíssima teia” – “Quadras Soltas” – “Estas quadras que vos deixo” – “Aqui é que eu deixo a vida” – “De mim para ninguém” – “Rua Sombria” – Guitarrada “Balada do Castanheiro” e “Variações em si” – “Uma Fonte que secou” – “O final de uma canção” – “Noite de saudade” – “Vi partir o meu amor” – “Valsa da Libertação” – “Fui ao Baile” – “Cantiga do Ladrão” – “Escadinhas da Saúde”  – “Garras dos sentidos” – “Por isso é que o fado é triste” – “Só Lisboa”

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