João Borsch, o artista madeirense que ganhou o coração do público e ficou em segundo lugar no Festival da Canção do ano passado com o tema “…Pelas Costuras” , está de volta aos lançamentos e edita novo single – “Armagedão”.
A preparar o seu terceiro álbum de estúdio, Borsch desvenda a sua próxima era artística com a música “Armagedão”, que explora o confronto entre o corpóreo e o digital, a sede de tocar e de se fundir com um ecrã partido e o desejo no limiar da materialidade, sob a ameaça de a qualquer momento se concretizar, resultar numa mútua destruição. Este tema é uma confissão mascarada de apocalipse que aprofunda uma ânsia do desejo moderno – hiperconectado, hipersensível e profundamente solitário.
Nas palavras do artista, questiona “Como é que obtemos prazer através de um ecrã e até que ponto não procuramos esse prazer do próprio ecrã? Este prazer é menos real? Enquanto a autenticidade do prazer é repetidamente posta em causa, a dor que ele nos causa não é menor que a de uma relação de carne. É nesta dor que inexoravelmente volta a solidão.
“Armagedão” foi escrita e produzida ao longo de dois anos por João Borsch com co-produção de João Mesquita e Pedro Joaquim Borges. A sonoridade, que mistura um instrumental de clubbing com influências de trance e eurodance, conta com um ensemble de cordas e arranjo do próprio produtor, e ainda coros potentes e chops eletrónicos.
Tal como nos tem vindo a habituar desde “Uma Noite Romântica com João Borsch” e “É Só Harakiri, Baby” , o multi-instrumentalista mantém o seu signature sound de instrumentais dançáveis e energéticos com refrões contagiosos que perduram no ouvido.
Resumindo “Armagedão” da forma mais Gen Z e sincera possível “É uma canção para bater mal no club e, por isso, dia 27 de novembro sobe ao palco do emblemático Lux Frágil para um concerto em nome próprio.